Venezuela registrou uma desaceleração da inflação em abril, quando o índice mensal ficou em 10,6%, segundo reportagem do Valor.

Os dados mostraram que, mesmo com a redução do ritmo de alta nos preços naquele mês, a inflação medida em base anual permanecia em patamar extremamente elevado, superando 600%.

A informação destaca duas dimensões do movimento dos preços: o resultado apontado para abril, de 10,6%, e a taxa acumulada em 12 meses, que se mantém acima de 600%, conforme noticiado.

O desempenho mensal de abril e o elevado indicador anual foram divulgados no levantamento compilado pela reportagem, que ressalta a continuidade da pressão inflacionária no país apesar da desaceleração registrada naquele mês.

O contraste entre a desaceleração mensal e a magnitude da variação anual sublinha a persistência de um nível inflacionário historicamente alto, com impacto amplo sobre a economia venezuelana e o poder de compra da população.

Relatos publicados apontam que, mesmo com uma leitura mais baixa em abril quando comparada a meses anteriores, a trajetória acumulada ao longo dos últimos doze meses mantém a inflação em um patamar superior a seis centenas por cento.

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Os números trazidos à tona pela reportagem reforçam a caracterização de um período de hiperinflação prolongada, em que oscilações mensais não foram suficientes para reduzir a taxa anual para níveis moderados.

Não foram incluídos no texto detalhes adicionais sobre medidas de política econômica, setores mais afetados ou desdobramentos imediatos para o mercado financeiro; a publicação concentra-se nos percentuais de inflação de abril e na taxa anual acima de 600%.

O levantamento e a divulgação desses indicadores compõem o conjunto de informações que vem sendo acompanhado por analistas e pela população, dada a relevância do fenômeno inflacionário para a vida cotidiana no país.

Com informações de Valor.globo