O pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), divulgou neste domingo (25), em publicação no Instagram, detalhes de seu plano econômico. Na postagem, Zema afirmou que pretende privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil e “passar a faca nos supersalários, mordomias e esquemas que sustentam ‘os intocáveis’ de Brasília”.

Quem: Romeu Zema, pré-candidato do partido Novo e ex-governador de Minas Gerais.

O que: apresentação de propostas econômicas que incluem a venda de grandes estatais, cortes de custos públicos e redução da presença do governo em empresas privadas.

Quando e onde: anúncio feito em 25, por meio de publicação no Instagram.

Como: Zema disse que seu método será rigoroso. Ele classificou seu plano como “implacável” ao criticar a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que o governo atual “gasta mais do que arrecada” e que a solução adotada tem sido o aumento do endividamento. Segundo o pré-candidato, esse quadro faz com que o Estado pague juros elevados ao mercado, repassando custos ao cidadão em operações de parcelamento e financiamento.

Por que: na avaliação de Zema, a privatização de empresas como Petrobras e Banco do Brasil é “decisiva para o nosso futuro” e, embora hoje seja um tema considerado proibido por alguns, para ele não deve ser tabu. Ele afirmou que a venda das estatais traria receitas ao governo, reduziria taxas de juros e ajudaria a “cortar a corrupção pela raíz”.

Imagem: Divulgação

Além das duas grandes privatizações, Zema mencionou a intenção de vender estatais que, segundo ele, apresentam prejuízo, citando os Correios como exemplo. O pré-candidato também propôs reduzir a participação do Estado em negócios privados e extinguir privilégios no setor público.

No pacote de medidas consta, ainda, o fim dos chamados supersalários, a eliminação de cargos comissionados, a redução de mordomias e a reavaliação de ministérios. Zema afirmou que, em Minas, adotou medidas semelhantes e prometeu replicar no país. Ele concluiu dizendo que pretende zerar o chamado custo Brasil, simplificar a burocracia e destravar investimentos em infraestrutura para “tirar o peso das costas de quem trabalha e produz”.

Com informações de Jovempan