TRANSMISSÃO: Record
A escalada do conflito no Oriente Médio manteve investidores em alerta nesta quinta-feira (12), quando os contratos futuros do petróleo retomaram patamares acima de US$ 100 por barril. A alta foi motivada pelo aumento das tensões no Estreito de Ormuz, corredor marítimo responsável por cerca de 20% do comércio global do combustível.
A valorização dos preços ocorreu apesar da liberação recorde de reservas emergenciais pela Agência Internacional de Energia (IEA), medida que tinha por objetivo moderar os preços no mercado internacional. Analistas e participantes do mercado seguem monitorando desdobramentos no campo diplomático e operacional que possam afetar o fluxo de exportações e o abastecimento global.
No plano macroeconômico, o mercado busca entender os impactos da guerra na trajetória da inflação global. A expectativa é de que o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, mantenha a taxa de juros na reunião de política monetária marcada para a próxima semana, conforme consenso predominante entre investidores.
Relembre o fechamento do mercado ontem
Em reação à alta do petróleo e à ausência de sinais de arrefecimento do conflito, o Ibovespa B3 fechou em alta de 0,28%, aos 183.969,35 pontos. A valorização das empresas mais expostas ao setor de energia foi o principal fator responsável pelo fechamento positivo do índice, ao passo que outras bolsas ao redor do mundo recuaram diante do aumento da aversão ao risco provocado pela escalada do conflito, que entrou na segunda semana.
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No Brasil, os investidores repercutiram também os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 0,70% em fevereiro, após avanço de 0,33% em janeiro. Apesar do aumento mensal, o IPCA acumulado em 12 meses desacelerou para 3,81%, abaixo dos 4,44% registrados nos 12 meses anteriores. A última vez em que a variação anual ficou abaixo de 4% foi em maio de 2024, quando o índice marcou 3,93%.
As atenções seguem voltadas para os desdobramentos no Oriente Médio, decisões de política monetária internacionais e novas leituras dos indicadores econômicos domésticos e externos.
Com informações de Borainvestir.b3

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6