Os pagamentos do PIS/Pasep relativos a abril começam nesta quarta-feira (15), conforme o calendário definido pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). O terceiro lote de 2026 contempla trabalhadores com data de nascimento em março e abril.
Quem tem direito
Têm direito ao abono salarial os trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que atuaram pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, durante 2024, e cuja remuneração média mensal não tenha ultrapassado R$ 2.765,92.
Calendário de pagamentos
Os repasses obedecem à ordem do mês de nascimento do beneficiário. As datas previstas no cronograma são:
Janeiro — 15 de fevereiro; Fevereiro — 15 de março; Março e abril — 15 de abril; Maio e junho — 15 de maio; Julho e agosto — 15 de junho; Setembro e outubro — 15 de julho; Novembro e dezembro — 15 de agosto.
Outros pré-requisitos
Além do período mínimo de trabalho em 2024 e do teto de remuneração, é necessário que:
- O trabalhador esteja cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos (ou seja, com vínculo a partir de 2021);
- Os dados relativos ao ano-base de 2024 tenham sido corretamente declarados pelo empregador no eSocial.
Valor do abono
O montante do abono é proporcional aos meses trabalhados em 2024. Para calcular o valor, usa-se o salário mínimo projetado para 2026 (R$ 1.621), dividido por 12 e multiplicado pelo número de meses trabalhados no ano-base. Assim, os valores variam de R$ 135,08 a R$ 1.621,00, sendo esse último pago apenas aos que trabalharam de janeiro a dezembro de 2024.
Imagem: Divulgação
Como consultar e receber
A consulta sobre o direito ao abono pode ser feita pela Carteira de Trabalho Digital ou pelos aplicativos Caixa Trabalhador e Caixa Tem; a verificação deste pagamento está disponível desde 5 de abril. O pagamento do PIS é efetuado pela Caixa Econômica Federal e o do Pasep pelo Banco do Brasil, preferencialmente via crédito em conta corrente ou conta digital. Saques também podem ser realizados em terminais de autoatendimento e casas lotéricas.
Os valores não retirados até o fim do calendário bancário de 2026 retornam aos cofres públicos, mas continuam passíveis de solicitação por até cinco anos.
Com informações de Infomoney

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6