Executivos brasileiros passaram a ocupar cargos de comando em multinacionais de grande porte, em setores que vão de tecnologia e bebidas a alimentos e bens de consumo, sinalizando um avanço da gestão nacional no mercado internacional. A presença desses líderes em posições estratégicas evidencia competências em estratégia, inovação e expansão para fora do Brasil.
Quem são esses líderes
Henrique Braun – CEO global da Coca-Cola
Formado em engenharia agronômica, Braun construiu carreira na companhia e assumiu recentemente a direção mundial da marca, que atua em mais de 200 países.
Gilberto Tomazoni – CEO global da JBS
Tomazoni lidera globalmente a maior produtora de proteínas do planeta, empresa com faturamento na casa de dezenas de bilhões de dólares.
Sergio Buniac – CEO global da Motorola
Responsável pela condução da fabricante no segmento de smartphones premium, Buniac comanda a operação em um mercado de alta competitividade.
Marco Stefanini – fundador e CEO do Grupo Stefanini
Stefanini é referência em serviços e soluções de tecnologia, com atuação em mais de 40 países.
Cristiano Amon – CEO global da Qualcomm
Amon dirige a empresa de semicondutores, conduzindo a estratégia em áreas como 5G e conectividade.
Michel Doukeris – CEO global da AB InBev
Doukeris está à frente da maior cervejaria do mundo, com operações intensas tanto em mercados emergentes quanto desenvolvidos.
Imagem: Divulgação
Fabrício Bloisi – CEO global da Prosus
Bloisi lidera um dos maiores grupos de investimentos em tecnologia do mundo.
Alberto Kuba – CEO global da WEG
Kuba comanda a multinacional brasileira de equipamentos elétricos, que expande soluções industriais globalmente.
Maurílio Teixeira – co-CEO global da NAOS
Teixeira é co-responsável pela direção de uma das maiores empresas de dermocosméticos da Europa.
Caio Amato – CEO da Oakley
Amato lidera a marca premium de óculos e acessórios esportivos da EssilorLuxottica.
Impacto na economia e no branding internacional
A ascensão de executivos brasileiros a cargos executivos globais tem efeito simbólico e prático: além de representar a qualificação da mão de obra nacional, reforça a competitividade de modelos de gestão desenvolvidos em um mercado com elevada volatilidade e competição. Especialistas citam efeitos multiplicadores, como maior confiança de investidores internacionais, ampliação de redes de negócios e parcerias, e a consolidação da imagem do Brasil não apenas como grande mercado consumidor, mas também como exportador de gestão de alta performance.
Com a capacidade demonstrada por esses líderes de gerir operações globais de grande escala, setores como tecnologia, alimentos, energia, bens industriais e consumo passam a ganhar mais visibilidade internacional, integrando narrativas de crescimento e sofisticação ligadas ao País.
Com informações de Portalin

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6